Em Minas não se respira liberdade.
No dia 21 de abril, a praça Tiradentes ficou fechada para o povo de Ouro
Preto, mineiros, brasileiros, turistas. Só convidados do governador
puderam participar.
Representantes do funcionalismo público, dos movimentos sindical e social estiveram presentes e, impedidos de participar, se concentram no entorno da Praça, entoando palavras de ordem e de desagravo ao governo.
A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG e presidente da CUT/MG Beatriz Cerqueira destacou a importância da unificação de bandeiras das várias categorias do funcionalismo público estadual. "Nós viemos a Ouro Preto e vamos onde o governador do estado estiver, para lembrá-lo: que ele não paga o piso salarial nacional; que ele não respeita os trabalhadores em educação. Vamos dizer a ele que não aceitamos a criminalização das lutas aqui em Minas Gerais. Não aceitamos a judicialização dos conflitos que deveriam ser resolvidos de forma pacífica e através do diálogo."
Representantes do funcionalismo público, dos movimentos sindical e social estiveram presentes e, impedidos de participar, se concentram no entorno da Praça, entoando palavras de ordem e de desagravo ao governo.
A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG e presidente da CUT/MG Beatriz Cerqueira destacou a importância da unificação de bandeiras das várias categorias do funcionalismo público estadual. "Nós viemos a Ouro Preto e vamos onde o governador do estado estiver, para lembrá-lo: que ele não paga o piso salarial nacional; que ele não respeita os trabalhadores em educação. Vamos dizer a ele que não aceitamos a criminalização das lutas aqui em Minas Gerais. Não aceitamos a judicialização dos conflitos que deveriam ser resolvidos de forma pacífica e através do diálogo."